quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

The kids aren't alright

Do lado da piscina do meu prédio foi instalado o novo parquinho, lá no finalzinho. Lugar onde eu quase nunca chego sem perder o ar, logo fico parada por um tempo, tempo suficiente para assistir o que se passa. E é assustador.

Crianças são cruéis, sempre foram, e provavelmente sempre serão. A gente cresce e aprende a escolher melhor nossos amigos e nos fechamos nas nossas bolhas protetoras. Mas na infância do parquinho tudo é junto e misturado. E os meninos particularmente são cruéis. "Você não vai fazer nada porque você é um merda" disse um dos meninos ao outro que estava sendo acuado por um grupo. Aquelas palavras soavam tão adultas, eu podia ver o pai do menino ali imprimido em suas expressões. Depois um outro falou que era melhor gostar de menina do que de menino porque ele não era viado. E os outros continuavam a ameaçar em grupo esse outro que se defendia com agressões baratas, mas que lá no fundo estava acuado.

Crianças são cruéis em vários níveis, mas ali não era crueldade, era o nascimento do próximo adulto escroto que só repete as ideias medíocres dos pais. E eu fiquei triste. Não há muito o que fazer e talvez o tanto de filhos que a gente tenha e crie bem nunca supere essas xerox agressivas espalhadas pelo mundo, pelos parquinhos, escolas e nos futuros escritórios, hospitais e universidades.

Eu sei que a gente cresce e ganha novas ideias pra voltar pra casa e brigar no churrasco ou no grupo de Whatsapp, e que todo mundo lembra de uma época que só reproduziu essas merdas na vida. Mas como evitar que essas crianças cresçam assim já nessa masculinidade tóxica e ofensiva? Boys will be boys? Fiquei triste. Fui dar mais braçadas e perder o fôlego pra esquecer.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Self growth is tiring

Esse último mês tem sido intenso. Muita coisa acontecendo, vida social pra mais de metro. Fazia anos e anos que eu não saía tanto, com tanta frequência. Minha conta bancária está desfalecida. E eu não sei o que sentir. Eu estou feliz e me sentindo pertencente. Depois que eu voltei do meu ano fora esse sentimento de pertencer demorou a bater a porta. Por muito tempo eu era a estrangeira, a que ficou pra trás, a que não conhece mais ninguém.

Certo dia li que tentar agradar todo mundo era o caminho mais perto pro bege. E de repente eu me vi ali, naquele bege. Esse último semestre tem sido um momento de bater o pé no chão e assumir uma cor, mesmo que nem todos gostem. Aprender a ser desgostada é importante.

O meu curso está em greve estudantil, uma greve que eu estou ajudando a modelar. Greve não significa férias e se tem uma coisa que eu não fiz desde que deflagramos a greve foi descansar. Vai ser prejudicial a curto prazo pra mim, principalmente porque os professores estão vendo um vermelhão em mim que não vão esquecer quando eu precisar me ausentar pra ir ver meu namorado. Mas a longo prazo tem sido uma das experiências mais enriquecedoras que eu tive a oportunidade de vivenciar na universidade. Primeiro por me sentir parte, segundo por me sentir capaz, terceiro por estar a frente. Sentia falta de ter coragem de tomar coisas pra mim, algo que não rolava desde o ensino fundamental, eu acho.

Além da greve tem outras socializações (e meu primeiro assalto sofrido com perda de bens materiais) que estão presentes e me fazem bem (talvez até o assalto), me fazem parte. Não tanto quanto um dia já foi ou quanto eu um dia quis, mas a medida que me cabe e convém.

Esse ano eu aprendi muito. Como disse em outro post tem sido um ano longo. Eu achava que 2016 seria o meu ano, e talvez seja no seu jeito muito particular de ser.  Tenho a impressão que estou sendo exacerbadamente otimista, mas acredito que o que construo agora carrego comigo no topo de tudo. E muito ainda está por vir. Só espero ter energias e que meu pé esquerdo pare de incomodar.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Esse meu ascendente em peixes quebra as pernas

Eu nunca fui de dar muita bola pra signo até fazer meu mapa astral e me deparar com meu ascendente em peixes. Ainda que meu entendimento seja superficial, o traduziria como um "muito quer nada faz", ou "tudo imagina, pouco age". Talvez seja a desculpa perfeita da alma procrastinadora, mas às vezes pra mim parece tão inviável realizar certos planos.

Eu queria muito fazer um podcast por exemplo, sobre a cidade, sobre os sons, sobre meus amores platônicos. Não o faço, só o penso. Eu queria escrever ou desenhar todo dia, mas falta a disciplina que culpo no ascendente, a timidez criativa que eu culpo em outro planeta que não lembro o nome.

E eu sinto tanta falta de escrever, principalmente ficção. Esse ano foi um dos anos que menos produzi criativamente e nunca me senti mais triste.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Aleatoriedades de 2016


  • Revéillon: foi uma bosta. mas fui passar com a minha vó e não sei quando vai rolar de novo.
  • Janeiro: Parece que anos atrás e ainda tava rolando 2015.2 - Quase reprovei desenho, não foi legal. Nem lembro mais que outras cadeiras eu estava fazendo. 
  • Brasília: Foi tão bom viajar no Brasil, ver outro lugar. Conhecer outras pessoas. Moraria lá tranquilamente.  Foi bom ver as amigas do intercâmbio.
  • Março: Eu lembro tão pouco desse ano. É estranho. Acho que ainda estava de férias. Tinha bolsa.
  • Abril: Ben veio pra cá e a gente fez compras, fez refeições ruins, e outras maravilhosas. gastou muito dinheiro. foi pra jericoacara. foi pro órbita. foi pra upa. 
  • Maio: 23. vida passa rápido. me senti próxima dos amigos de novos, mesmo que alguns convidados tenham me estressado.
  • Junho: Bora lá. Balanços. Gravações. Instalações. Trabalho que valeu a pena. Cariri. 
  • Julho: Inglaterra. Londres. Bristol. Birmingham. Oxford. Cambridge. Beijinhos no Ben. Comidinhas gostosas. Gastamos muito dinheiro. Vi amigos. Conheci família. Tirei fotos. Desistir de tirar fotos. Corri atrás de ônibus. Tirei fotos que eu perdi. 
  • Agosto: Voo horrível da TAM pra casa. Mas acho que a gente acostuma com tudo nessa vida. Aula. Bullet Journal. Fechar buffet. Parei de tomar anti.
  • Setembro: nem lembro. Acho que tentei fazer um diário
  • Outubro: TCC, faltar aula, estar cansada, museu, centro, foto.


Quanto mais velho a gente fica, mais rápida a vida passa. Mas esse ano parece que foi tão longo que eu nem lembro. Talvez seja uma coisa boa. 

mais uma postagem downess

Esses dias eu estava lendo The Bell Jar. Lendo devagarzinho no iPad antes de dormir. Quanto mais triste o livre vai ficando, mais vagarosa é a minha leitura. Tem dias que eu só preciso adormecer meus pensamentos com podcasts engraçados e me identificar com as passagens depressivas do livro não é a um bom plano pré REM. Tristeza talvez nem seja a palavra que explique o sentimento que o livro me passa. Eu quis escrever sobre isso exatamente porque em uma das passagens ela diz que não consegue mais ler nem escrever, se não por algumas revistas de fofoca (ou algo similar, acho) que talvez funcionem para ele como os podcasts repetidos servem pra mim. Eu não sei mais nem ler nem escrever (talvez devesse tentar comprar mais livros em vez de ler no iPad pra começar).

Hoje eu esbarrei em um blog antigo que fiz em 2013 para a cadeira de Semiótica. Eu ainda sabia escrever em 2013, mas já lutava contra esse sentimento que me prende pelo braço de incapacidade. Eu estava na bolsa, minha primeira das três que tive até agora. Mas também não fiz o melhor, não dei o melhor. Me convenci que tudo estava ok porque logo iria embora e lá nesse amanhã alcançaria todos os potenciais. Hoje eu estava dirigindo pra faculdade para mostrar o projeto de TCC pro meu orientador. Por um momento no cruzamento das ruas que passo sempre, mas honestamente não sei o nome, me senti fora de mim. Observadora passiva da minha vida. Eu olhava praquele momento trivial como quem assiste uma memória, mas o triste é que a vida ainda estava acontecendo. De novo, triste não era exatamente. Me falta vocabulário. Eu olhava para a vida como se eu tivesse de novo indo embora. Eu acho que minha constante desculpa de estar sempre indo embora é o que me destrói.

Cheguei e apresentei o trabalho porco que tinha feito durante o fim de semana. Eu me sinto impotente por não conseguir trabalhar se não for sob pressão. Eu preciso da pressão pra me mover, mas nunca é tempo o bastante para entregar algo de qualidade. Acho que só três vezes na vida me orgulhei de trabalhos bem feitos na vida acadêmica. Quatro se contar aquela maquete de sistema solar e as roupas pro desfile da escola quando o tema foi astronomia. Mas me corta o olhar de meh dos professores. O olhar de 'nossa, pode melhorar bastante ein'. Mas eu já estou no final da faculdade e realmente não sei como concertar esse defeito, como pegar de volta aquilo que já existiu em algum momento como desejo e nunca se realizou.

Eu preciso dormir porque amanhã tem muito mais.

sábado, 1 de outubro de 2016

Resolvi checar meu tumblr esses dias. De trás pra frente. E meio triste pensar que tanta coisa que se aplica pra mim de 2011/2012 ainda se aplica hoje em dia. Mas ao mesmo tempo também tem muita coisa melhor (e outras agora deletadas).

domingo, 25 de setembro de 2016

The Manic Pixie Girl we hate to love

With a little bit of unjustified shame in my heart I will say that probably my favourite film is Eternal Sunshine of a Spotless Mind. I believe a requisite to be a favourite film is to rewatch it uncountable times and never get tired, to learn the dialogues but still feel that warmth in your heart.



I often identify with Clementine. I share her anxieties, I wish I had a cooler hair though. And for a long time in my dating experience I wish I was the quirky girl that would shook you out of your boring life and make you feel truly alive. It was hard for me to realise I was just playing straight into the male trap; the one that expects you to be their saviours, but once they get there, there are no more trills.

The first time I watched this film with my boyfriend he sided with Joe. He nearly said Clem was a bitch (maybe he didn't, but this is how I remember feeling).  I felt personally offended by the fact he couldn't understand why she was who she was, and how, sometimes, girls are just tired of everything we already went through with that other guy who might be just like every other guy you met in the end. 

Sometimes I miss being that flick in someone eyes of one in a million chance. But I remember how soon I got tired and wish I was on the date with myself instead. Now I don't know which stereotype I fall into, but I am glad that I moved on from that and I am more interested in saving myself. 

domingo, 18 de setembro de 2016

Eu estou ficando velha. Eu sei disso porque certos filmes não me aquecem mais o coração. Assisti um filme espanhol de crise dos 30, vida bagunçada, desencontros amorosos... Em outros tempos eu me veria naquela personagem, mas hoje essa final feliz de filme, de vida que se ajeita ainda que torta, me vende mais. E olha que a tpm já chegou.

domingo, 26 de junho de 2016

Nada do que foi será do jeito que já foi um dia. Tudo passa, tudo sempre passará. A vida vem em ondas como o mar.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Dear Diary

Dear Diary, I have been productive. I have been exercising and deciding things for the future. I have been action. I came to the conclusion, once again, that I work better when busy. I need to be busy and keep busy. So i can't think about the meaning of life and freak out again. Though I believe the meaning of live is enjoy yourself. But that may be because I am young. But thank god I am not too young. I saw some teenegers at the pool today. I don't want to be a teenager ever again.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Americanah

Esses dias eu li um livro muito bom, desses que a gente vai lendo bem devagar porque não quer que acabe. Chama Americanah da Chimamanda Ngozi Adichie. Eu a conheci em uma palestra no TED sobre feminismo, mas nunca tinha parado pra ler nenhum de seus livros até então.
Eu tenho lido muito pouco, e escrevo menos ainda.
Embora esteja lendo pouco, uma das minhas metas desse ano é ler livros escritos por mulheres. E lendo esse livro eu senti um afago tão grande, de ser representada e entendida, mesmo que de uma maneira muito indireta.

Primeiro o livro se passa parte na Nigéria, parte nos Estados Unidos.  Aí começou o primeiro ponto. Eu quase nunca penso sobre a África, quase nunca sei de suas diferenças e semelhanças conosco. Outro dia me toquei que ser 'afrodescendente' é genérico demais. Eu imagino que o que de Europa que corre em minhas veias seja Português e Holandês, pela colonização do Nordeste. Mas e de África? O que tem tem em mim? Por um motivo ou outro, pelo número de negros trazidos ao Brasil, me apaguei recentemente a uma idéia que poderia encontrar algumas das minhas raízes na Nigéria. Lugar que aprendi recentemente que também se parte em tantos povos diferentes que até isso é uma generalização grosseira. Inclusive em Fortaleza tem um grupo de produção audiovisual muito bom e engajado chamado Nigéria... onde todos são brancos.

Depois a Ifem, personagem principal, fala muito de como a raça é uma coisa inventada pelos americanos, dentro da vivência dela. Mas eu compartilhei uma experiência parecida. Em 2013, quando fui morar na Inglaterra, foi onde finalmente me entendi negra. Aqui no Brasil eu preciso afirmar pras pessoas a minha negritude e a comentários que tentam me convencer que eu sou no máximo 'moreninha'. Lá eu só era. Mas ao mesmo tempo não me considerava. As experiências de raça são muito diferentes entre aqui e lá. No meu papelzinho de saúde sempre preenchia 'other mixed background'. Lá o negro sabia dizer exatamente de onde vinha, eu nem ideia tinha. E também me surpreendeu muito não ver negro só como marginalizado, ou como exceção.

Aí ela fala sobre o relacionamento com um homem branco americano, no qual eu vi muito do meu próprio relacionamento. Não importa o quão progressista você quer ser, tem coisa que você simplesmente não entende por não viver aquilo. E às vezes, como homem branco acostumado a ter opinião ouvida o tempo todo, não sabe ouvir.

Me identifiquei também com as autosabotagens, com as ansiedades e as faltas de pertencimento aqui e acolá.

De modo geral, o livro vale a pena pela história principal, pelas muitas paralelas, porém enxergar e aprender sobre uma sociedade que raramente nos é apresentada de um ponto de vista sincero e crítico, mas sem estereótipos. Ou ao menos eu imagino que sim. Espero ir a Lagos um dia.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Querido diário, uma bagunça pra você:

Eu resolvi que eu quero escrever todo dia. Eu sei que não vai durar. Mas worth trying. A ideia é fazer um tipo de diário, que seja, juntas ideias, narrar alguma coisa. (vozinha dizendo it wont work). Talvez eu devesse me juntar a algum desafio literário, não sei. Ler mais ajuda. Não sei. Aqui é só um fluxo de pensamento nadando contra a corrente.


Hoje eu saí de casa e me senti orgulhosa por isso. Hoje eu vi gente nova e queria ter me conectado mais. Um passo de cada vez. Hoje eu comi  a melhor tapioca ever. Eu já estou cansada de escrever.

Vou tentar narrar, ver se dar certo. Preciso ler mais em português. Tenho esquecido as palavras. Preciso escrever mais inglês. Tenho esquecido a gramática. Preciso estudar alemão.

Desde que meu professor comentou eu percebo as linhas que o Mac faz nos meus pulsos. Estranho.

Hoje eu dormi mal e acordei cansada. A cabeça doendo, metade do dia tinha ido embora. Senti saudades de Brasília e de acordar cedo e ter dias muito longos e produtivos. Pedi pra minha irmã ligar pro almoço, não tinham mais opções boas. Me cansa as vezes como minha irmã não sabe resolver nada sozinha se eu estiver por perto. Saí sem tomar banho pra não me atrasar. Cheguei 2 minutos depois da hora marcada. Mas devia ter chegado antes, então foi um atraso.

Eu fui pra aula de caligrafia que me inscrevi. Fiquei feliz de ser selecionada entre 130 pessoas. Pequenas vitórias. Mas meu cabelo estava seco e esfarofado. Meu cabelo nunca vai ser hidratado, eu simplesmente não sei como. Eu fiquei um pouco frustrada na oficina porque não consegui furar o negócio da maneira certa. Cortei o dedo. mas no final foi legal de certo modo. Não sei ser simpática, não sei o nome de ninguém. Meus abraços são desajeitados e estão ficando cada vez mais.

Saí e comi a melhor tapioca, porém peguei o pior ônibus. Eu sabia que era uma escolha errada. Eu sempre caio nessas auto sabotagens. Minhas pernas doem de ter corrido ontem. Mas quero correr mais e correr de novo. Muitas coisas me preocupam mas ontem eu senti que poderia resolver tudo. Deve ser a endorfina no cérebro. Preciso de mais. Sábado vou sair com umas pessoas. Não quero, mas preciso. Espero que dê certo.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Eu lembro daquela transição entre sorveterias e bares que aconteceu em 2011. Uma vez um amigo tinha me dito (pra algo que se aplica a várias áreas da vida) quem descobre a cerveja não quer sair mais pra tomar milkshake. Mas naquela época a gente revezava entre bar e sorveteria e não tomava cerveja. A gente comprava vários coquetéis que com certeza vazia o dono do bar rir um pouco por dentro, principalmente porque nossa conta dava muito mais cara do que se a gente tomasse cerveja. E também porque a gente adorava pedir bolinha de peixe e valia mais que aqueles coquetéis horríveis que eu bebia. Mas eu não gostava de cerveja, ainda não gosto.

Porém agora, 4 anos depois, a transição se completou e ninguém mais marca animado de tomar sorvete. Agora toda dor e tristeza há de ser compartilhada na mesa do bar, assim como toda alegria ou só a celebração do fim de um chato. A gente vai sentar e gastar muito menos em cerveja do que eu gastei antes em hi-fi e leite de burra.  Porém eu sempre vou sair achando que paguei mais pela conversa, já que depois do terceiro copo eu não consigo mais beber.

Aprecio também aquela sensação de leveza que vem no quarto copo e o motivo de eu continuar bebendo de pouquinho em pouquinho,  pra não deixar ela passar. Daí a gente levanta felizinho e segue pra pegar o ônibus que vai estar vago devido a hora. E a gente manda mensagens animadas dizendo que tem que fazer logo de novo porque dias assim são muito bons.

Talvez a gente um dia transite do bar pra casa de alguém, talvez com os filhos, casamentos, divórcios. Mas ao que parece o bar é essa parte da vida que fica por muito tempo.